Definir-me talvez seja uma coisa difícil até para mim mesmo... Sei que isso pode cair como clichê e lugar comum, mas é verdade. Eu sempre fui um bom entendedor dos outros,porém nunca de mim mesmo. Só sei que possuo conceitos imutáveis e outros nem tanto assim. Acho que possa ser ás vezes (na verdade quase sempre) uma pessoa muito contida. Sou alguém que nunca procurei essas tais receitas para a felicidade e nem acho que um dia eu vá procurá-las, se é que elas realmente existam... Apenas busco aquilo que no momento me parece viável.Ainda acho que não encontrei o lugar que me pertence, e na verdade ao qual eu pertença. Tem dias em que eu acordo e penso que realmente tenho sonhos juvenis demais, e que estou seguindo caminhos que precisam de passos bem maiores do que os que eu alcanço.Em outros tenho certeza de que tudo que eu almejo e quero deter para mim, mais cedo ou mais tarde vai me encontrar. Não acho que sonhos e devaneios sejam coisas que devem ser evitados, afinal você nunca vai ter um ponto de partida se não possuir uma linha de chegada aonde queira estar. Talvez tenha criado um mundo de sonhos e constatações que fogem, e estão de certa maneira distante, longe daquilo que eu viva. Contudo acredito que só vive bem aquele que cria seus sonhos, expectativas e próprias constatações. Se você não sonha não erra, não se decepciona, não tem que recomeçar, e assim não consegue saber a que você veio. E procuro não me perder nisso tudo que chamamos de vida, nesse grande, mas admirável erro que conseguimos tornar ainda mais vertiginoso e quase sempre mais entediante.Sempre encontro o meu refúgio nas páginas, sejam elas escritas por mim mesmo ou ministradas por outras pessoas. Códigos arrumados de uma maneira legível e demarcados em um plano branco, deveras pardo, sempre me ajudam a fugir do que eu temo ou encontrar o que eu procuro. Dentro de livros, imagens e no que eu mesmo escrevo me sinto realmente à-vontade. Não creio que tenha nascido para viver grandes aventuras, no entanto para proporcionar singelos e memoráveis momentos. Não consigo viver apenas com aquilo que me convêm, e com o que me é mostrado. Sou uma pessoa que sempre está à procura do novo e do que ainda não experimentei ou tenha visto. Penso que aquele que conhece se permite tornar melhor enquanto humano e pode ver amplamente tudo que aos ignorantes é invisível. E espero que um dia deixe de ser um desses ignorantes. Sabe sobre ser contido, ás vezes até temo a frieza. Ser calculista pode parecer venoso e egoísta, mas é um ótimo remédio contra futuras decepções. Ainda não descobri o sentido da palavra “espontaneidade” e nem sempre me ocorre querer realmente experimentá-la dentro de mim. Confesso que o medo é um sentimento sempre presente. E acho que por causa dele experimentei e adotei essa armadura que impede que consigam adentrar nos meus pensamentos e no que eu sinto. E por isso os outros procuram em mim resposta para aquilo que talvez elas nunca saibam. E procuram de forma errônea no que eu visto, falo, no que delineia os meus olhos e no que calça esses pés que ainda nem sabem se trilham um caminho correto. Esses fatores nem sempre mostram tudo dentro de mim. E procurar resposta sobre alguém dessa forma é mais um erro dos tais ignorantes.Perco-me em minhas perguntas sem respostas, nas minhas buscas por coisas que me parecem tão impossíveis. Alucino-me com o que ouço. E sempre procuro me fazer ser ouvido. Não pretendo que sempre me escutem, apenas que sempre saibam que eu ali estive. Não tenho nenhum problema com mudanças... Acho-as necessárias e de insumo importância para que você possa mostrar que ainda continua vivo, ou que simplesmente procura acertar. E a moral que busco não tem como principio o que quem veio antes de mim procurou me passar, mas sim aquilo que se adéqua ao humano, ao que mostra para as minhas vãs concepções que são importantes. Claro que não deixo de lado o que me foi ensinado, ou a experiência que os outros tentaram me passar, só não deixo que conceitos e crenças obsoletas tomem conta do meu ser. Só espero pelo viver...
Copiado do orkut alheio, mais traduz o que sinto, o que penso, o que quero, o que não digo e o que não sabem!
Muito prazer...
Desses vinte anos nenhum foi feito pra mim (...)Bondade sua me explicar com tanta determinação Exatamente o que eu sinto, como penso e como sou. ♫♪♫♪
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
terça-feira, 26 de outubro de 2010
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
Experimente apenas...
Experimente uma tarde chuvosa de verão, experimente esquecer seus problemas por alguns instantes, experimente aproveitar os momentos simples da vida, experimente fingir que nada mais importa além do que momento doce que se encontra...
Experimente esquecer seus medo, seus receios, suas apreensões...
Experimente só por um segundo viver intensamente ... seja feliz, esqueça do mundo a sua volta!
Experimente o que lhe foi oferecido de bom grado por Deus...
Experimente deixar de lado suas futilidades, experimente olhar para o próximo, experimente ajudar mais, reclamar menos experimente por-se no lugar de alguém com problemas realmente sério...
Experimente esquecer seus medo, seus receios, suas apreensões...
Experimente só por um segundo viver intensamente ... seja feliz, esqueça do mundo a sua volta!
Experimente o que lhe foi oferecido de bom grado por Deus...
Experimente deixar de lado suas futilidades, experimente olhar para o próximo, experimente ajudar mais, reclamar menos experimente por-se no lugar de alguém com problemas realmente sério...
domingo, 24 de outubro de 2010
Hoje percebi que seus olhos já não encontravam os meus, hoje percebi que simplesmente não sei o fato de seu afastamento, hoje tentei não notar mas embora impossível quando se conhece alguém de verdade, notei que simplesmente o jeito de olhar tinha mudado, suas expressões tinham mudado, não sei o que ouve, não sei o que aconteceu, mas você está mudou completamente.
Ou talvez seja eu quem deva ter mudado, talvez seja eu a culpa de seu afastamento, embora eu não saiba embora eu queria acreditar que não sei, não consigo entender, por que o tempo une certas pessoas e distanciam outras, queria pelo menos compreender o por que de muitos se distanciar, por que de seu olhar de preocupação de raiva quem sabe, queria que você gritasse ou ao menos falasse, para que eu posso lhe ajudar quem sabe, quando alguém conhece alguém de verdade é capas de perceber em seus olhares em seu jeito que não esta legal, que encontra-se em uma situação ruim, embora não queria se expressar meus ouvidos sempre estarão abertos para te escutar.
Por Pablo Pacheco
sábado, 23 de outubro de 2010
"Eu gostaria de ir embora para uma cidade qualquer, bem longe daqui, onde ninguém me conhecesse, onde não me tratassem com consideração apenas por eu ser “o filho de fulano” ou “o neto de beltrano”. Onde eu pudesse experimentar por mim mesmo as minhas asas para descobrir, enfim, se elas são realmente fortes como imagino. E se não forem, mesmo que quebrassem ao primeiro vôo, mesmo que após um certo tempo eu voltasse derrotado, ferido, humilhado - mesmo assim restaria o consolo de ter descoberto que valho o que sou."
(Caio Fernando Abreu)
Ele me disse...
Luiz Luz
Sua foto é bonita, inspira poesia! Lembrei de uma pequena poesia de Drummond:
Paulo tinha fama de mentiroso. Um dia chegou em casa dizendo que vira no campo dois dragões-da-independência cuspindo fogo e lendo fotonovelas. A mãe botou-o de castigo, mas na semana seguinte ele veio contando que caíra no pátio da escola um pedaço de lua, todo cheio de buraquinhos, feito queijo, e ele provou e tinha gosto de queijo. Desta vez Paulo não só ficou sem sobremesa como foi proibido de jogar futebol durante quinze dias.
Quando o menino voltou falando que todas as borboletas da Terra passaram pela chácara de Siá Elpídia e queriam formar um tapete voador para transportá-lo ao sétimo céu, a mãe decidiu levá-lo ao médico. Após o exame, o Dr. Epaminondas abanou a cabeça:
Sua foto é bonita, inspira poesia! Lembrei de uma pequena poesia de Drummond:
Paulo tinha fama de mentiroso. Um dia chegou em casa dizendo que vira no campo dois dragões-da-independência cuspindo fogo e lendo fotonovelas. A mãe botou-o de castigo, mas na semana seguinte ele veio contando que caíra no pátio da escola um pedaço de lua, todo cheio de buraquinhos, feito queijo, e ele provou e tinha gosto de queijo. Desta vez Paulo não só ficou sem sobremesa como foi proibido de jogar futebol durante quinze dias.
Quando o menino voltou falando que todas as borboletas da Terra passaram pela chácara de Siá Elpídia e queriam formar um tapete voador para transportá-lo ao sétimo céu, a mãe decidiu levá-lo ao médico. Após o exame, o Dr. Epaminondas abanou a cabeça:
- Não há nada a fazer, Dona Coló. Este menino é mesmo um caso de poesia.
sexta-feira, 22 de outubro de 2010
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